
Vejam a que ponto cheguei, dar nome relacionado a um cara que eu não gosto a um blog pessoal. Não me perguntem o significado, ando sem saco pra explicações longas. Como diria uma “amiga?” é piada interna.
Faz tempo, tempo mesmo que não escrevo. Alguns anos. E de repente senti necessidade de deixar meu coração falar novamente. O que vou escrever? Nem sei. Provavelmente tudo que sentir…
Vamos ao título do post… hoje durante uma conversa no msn parei pra pensar na quantidade de “E SE” que povoam nossas vidas. Se isso, se aquilo… cada escolha que fazemos impreterivelmente nos leva à uma renuncia. E sempre existe aquele “se” no fundo do nosso peito. E se tivéssemos escolhido o outro caminho? E se tivéssemos feito aquela viagem? E se tivéssemos nos permitido ousar um pouco mais?
Na real esses “what ifs” sempre serão presentes em nossas vidas e não adianta muito perdermos tempo pensando neles (ou mesmo escrevendo sobre eles, sorry, my bad). O melhor que se tem a fazer é tomar uma decisão e seguir aquele caminho sem olhar pra trás. Curtir a alegria ou a dor da escolha feita e seguir em frente. Ficar nos remoendo com o que poderia ter sido “se” tivéssemos escolhido diferente, só nos impede de evoluirmos. Não vale também ficar paralisado entre as escolhas, sem saber se vai ou se fica, se faz ou não faz. Enfrente o que tiver de enfrentar ou fuja, só não fiquei parado. A vida é dinâmica, tudo que fica parado tende a apodrecer e morrer, não deixe que isso aconteça com você.
Portanto estufe o peito, faça sua escolha, e seja feliz! Se der certo, sorte sua. Se não der, sorte sua também, por ter tido coragem o bastante para não ficar estagnado como muita gente por aí está.
Agora você pode me perguntar, porque estou escrevendo isso. Eu te respondo: não sei! Eu simplesmente senti vontade de escrever e botar idéias pra fora… talvez sirva pra alguém, talvez não…
Pelo menos eu fiz a minha escolha e aliviei meu peito…
Vai ficar ai parado?

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